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Janeiro, 2019 | Novidades

Tecnologia de injeção na fabricação de embalagens para cosméticos

Tecnologia de injeção na fabricação de embalagens para cosméticos


Já faz tempo que as embalagens deixaram de ser apenas um simples invólucro para se tornarem uma das partes mais importantes de um produto. A atratividade da aparência externa do produto é um dos principais fatores para a decisão de compra do consumidor. Em virtude disso, a tecnologia na fabricação de embalagens é responsável pela inovação e crescimento desse mercado.

Segundo dados da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem), entre os principais segmentos da indústria de embalagens no Brasil, se destacam o de materiais plásticos, com cerca de 39% do faturamento do setor, seguido pelas embalagens metálicas (18,1%), papelão ondulado (17,3%), cartolina e papelão (11,5%), papel (5,1%) e vidro (4,4%).

Entre os processos para a produção de embalagens plásticas, a injeção é um dos que apresenta mais rentabilidade, tornando-se o mais competitivo quando comparado a outros processos de transformação. Com isso em vista, os processos têm crescido e se tornado a cada dia mais desafiadores para os fabricantes.

Quais as vantagens da injeção no processo de fabricação de embalagens?

 

Um dos principais fatores que torna o processo de injeção mais competitivo é por conta da capacidade de produzir embalagens mais leves. A redução de alguns gramas de peso pode ter um impacto muito importante, representando até 70% do custo total da peça.

 

Além disso, a redução do custo torna o plástico mais atraente em relação a outros materiais, como vidro e metal. Tal fato também é importante por conta da sustentabilidade. Hoje, muitos consumidores optam por marcas que valorizam as questões ecológicas, tornando esse outro fator a ser levado em consideração na hora de produzir peças mais leves.

 

É importante ressaltar que as injetoras projetadas para a produção de embalagens de cosméticos e de outros segmentos, apresentam condições de trabalho diferenciadas. Essas máquinas precisam estar prontas para produzir peças em grande quantidade com paredes de espessuras muito reduzidas, com ciclos curtos e elevada pressão de injeção. Dessa forma, o preenchimento do molde ocorre sem os prejuízos resultantes do prematuro endurecimento da matéria prima dentro dele.

 

Um mercado promissor

 

A  procura por fabricantes com processos de injeção tem sido maior devido ao aumento da demanda por embalagens plásticas injetadas em substituição de outros materiais, como metal e vidro, ou de outros processos de fabricação, como a termoformagem, além do contínuo aumento da competitividade nesse mercado promissor.

 

Além do processo, a escolha do material a ser injetado também é de suma importância. De acordo com o Janine Carvalho, gerente de markerting da DuPont Brasil, os últimos lançamentos da empresa podem chegar a reduzir em até 20% o custo de matéria-prima em relação aos produtos já disponíveis no mercado.

 

Os copolímeros de etileno Surlyn PC 500 e Surlyn PC 3000, lançados pela DuPont em 2017, oferecem transparência à embalagem final, mas também podem ser translúcidos, coloridos, metalizados, receber hot stamping e impressão a laser, tornando-se a matéria-prima ideal para embalagens.

 

Experiência em processos

 

O desenvolvimento da embalagem correta para um produto está associado a uma série de fatores. Por isso, a Nord West possui quase 10 anos de atuação no mercado, além dos mais de 29 anos de experiência teórico-prática de seus sócios. Nesses anos, já foram soluções encontradas com sucesso.

 

Apesar de muitos considerarem os polímeros como o material do futuro, para a Nord West, isso já é uma realidade. Se você ainda possui alguma dúvida sobre polímeros, processo de injeção e desenvolvimento de moldes, clique aqui para conhecer mais sobre a Nord West e entre em contato com a equipe de atendimento.

 

Artigo de
Nord West
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